quinta-feira, 17 de abril de 2008

O abalo císmico


.


O mundo resolveu hoje arquitetar planos contra mim. Não só essa delicada espinha no meu queixo, como uma tpm bem sutil, pra catalisar um dia, que a Terra mudou seu eixo, e tudo parace estar ao contrário.

Uma fome compulsória, um stress absoluto, uma impaciência, uma renite que acabou de atacar, vontede de xingar, bater, espancar.. etc. São sintomas de um dia que realmente deixou muito a desejar.

Um diagnostico bem convencional qundo se trata de uma garota de 18 anos no apogeu da TPM.

Parece que a cabeça deu nó, da vontade de sair, dançar, beber, e fazer tudo bem dionisicamente, como meu dia mereçe.

Mas acredito que seja impossivél viver 365 dias no ano,e não ter um dia desses de cão. Vai passar, tudo vai passar e vai virar purpurina no final.

Apesar de colher a consequêcias desse meu dia patologico, como algumas celulites e gordurinhas, tudo vai passar.

Eu sei que esse enorme geoíde vai se colocar na sua eliptica correspondente,e tudo vai voltar ao convencional.


Esse sentimento de inquetação, vai dar lugar as loucuras da minha rotina,e a minha esperança é que meu dia termine bem, mas eu sei que isso vi acontecer.








"(...)Mas há dias em que nada faz sentido



E o sinais que me ligam ao mundo se desligam



Eu sei que uma rede invisível irá me salvar



O impossível me espera do lado de lá



Eu salto pro alto eu vou em frente



De volta pro presente



Sozinho no escuro nesse túnel do tempoSigo o sinal que me liga à corrente dos sentimentos



Onde se encontra a chave que me devolverá



O sentido das palavras ou uma imagem familiar



Mas há dias em que nada faz sentido



E os sinais que me ligam ao mundo se desligam (...)"

(Frejat-Tunel do tempo)



quarta-feira, 9 de abril de 2008

A mosca azul da Idade média


Em mundo fechado de tradições e supertições, onde a crença se fazia pelo medo, e o epicentro da vida estava em uma única religão, que justificava, obrigava e educava uma sociedade de limitações racionais. Surge um homem, uma mosca azul, tão estranha, que ia de encontro com as mentalidades obscuras da Idade da trevas. Foi além de estudos e pesquisas, construiu sua tática, usou meios incoerentes de luta pela sua ideologia, caiu tantas vezes, a até sua vida colocou em prol de sua mente.Aprofundou suas teorias meramente ilusórias e acreditou que podia mudar o mundo; e mudou. E após cinco séculos, em um mundo libertário, pessoas tão mediocres que não são capazes de lutar pelos seus sonhos. Que restringem sonhos em papeis amassados, guardado em alguma gaveta velha. Sonhos individualmente normais, mas tamanha aflição em chocar a sociedade com o novo. De uma lado pessoas presas em crenças de inferioridade, de outro pessoas sólidas, e enraizadas a realidade. Os Cristovãos Colombo do século XX, já morreram, e ainda ainda não desabrochou nenhum deste centenário. Apenas sonhos individuais, desencorajados, e sempre reprimidos. Apenas mais um rascunho de planos sempre arquivados.E com certeza; não se fazem mais moscas azuis como antes.
.
"Preciso me blindar daqueles que desintegram a minha alma, desacreditando na minha capacidade de voar(Karen London)"

domingo, 6 de abril de 2008

Nada mudou, nada está igual.



.

Meu céu, está cor-de-saudade. Meu dia está cheio de gargalhadas e nostalgias. Lembro-me tão claro das coisas, como se houvessem apenas alguns dias, que não as vejo. As lembranças gostosas, como as pizzas e as batatinhas semanais de um tempo tão curto, tão intenso. Um tempo que nós eram apenas uma uma mistura fundida de sonhos, alegrias, histórias e uma dependencia de sentimetos intrelaçados por divergencias tão individuais, e ao mesmo tempo tão coletivas. A minha certeza sempre irá se resumir em quatro palvaras. Meu conto-de-fadas sempre narrará minhas fadas madrinhas, que nunca me negaram uma magia para colocar sorrisos ao invés de lágrimas. Essa ciclagem de rotinas, independentes, causou uma distancia absolutamente física, porque os coração continuam funididos e presos entre si, por algemas invisivéis. Nada mudou, nada está igual. O amor não mudou, só aumentou catalisado pela imensa falta.
" O amor nunca se acaba, sempre se transforma."












"

sábado, 5 de abril de 2008

"veni, vidi, vici", já dizia Júlio.

.


O tempo está escorrendo pelos segundos, os dias parecem menores, e a sensação de missão em processo de cumprimento cada vez mais sólida. A loucura dos meus dias se tornam pequenas diante de tanta racionalidade, de tanta responsabilidade. E a minha estória de tanto históriar, me tornou madura. Porque hoje cada dúvida, tem reposta no passado, e cada passado tem suas lágrimas. A tentiva de não repetir os mesmos erros, já virou um clichê, sempre em vão. Sinto falta das cores de insanidades que variavam em nuançes tão brilhantes em minha vida. Sinto falta do ar de irresponsabilidade que era sempre justificada pela loucura. Mas hoje, meus filmes são drama, e as comédias ficaram para trás. Minhas infinidades de pulseiras coloridas, dão lugar a meu relógio tão simples e prata, que registra que meu tempo ta acabando, e que meu sonho está mais perto do que eu imagino. Precisei rever, mudar, analisar, e recompor minha alma, antes inqueta, hoje destemida.Porque a maturidade, é tão ciclica, quanto a água.



"Veni, vidi, vici"(Júlio César, Imperador Romano)



-Vim, vi e venci.

quinta-feira, 3 de abril de 2008


Ao mar, entre chuvas e tempestades, sentir minha Mãe. Ela, veio hoje em minha casa me visitar, eu senti. Posso afirmar que senti aquela leve brisa gelada entre meus pés, foi ela me presentiando com a paz do meu dia, do meu coração, da miha vida.



"que meus pés continuem sendo guiados pela coragem , rumo a minha determinação".

quarta-feira, 2 de abril de 2008


O mosquito do entusiasmo picou, e a tal escassez acabou; e a determinação fluiu tão intensa, que enfim, tenho coragem para concluir tudo aquilo que sonhei.Em contrapartida, encontro-me com barreiras sentimentais impostas pelos meus pseudos inimigos instantaneos, o único lado bom, é que renderá algumas páginas na minha futura biografia, e algumas risadas daqui há meses.O lado B, é que eles me afligem, e com suas armas, tentam refletir meus erros na repulsa de minha queda.
Meu complexo se foi, meu medo se transformou em determinação e coragem.
Minha luta é eterna diante daquilo que me afronta, minha tática de guerrilha está todo pronta, ficarei esse ano me armando e treinando para minha batalha, a nova chance de vencer a famosa imposívél aos olhos dos desencorajados voluvéis.



-Já dizia Nando Reis "(...) E nessa linda história os diabos são anjos(..)"