quarta-feira, 9 de abril de 2008

A mosca azul da Idade média


Em mundo fechado de tradições e supertições, onde a crença se fazia pelo medo, e o epicentro da vida estava em uma única religão, que justificava, obrigava e educava uma sociedade de limitações racionais. Surge um homem, uma mosca azul, tão estranha, que ia de encontro com as mentalidades obscuras da Idade da trevas. Foi além de estudos e pesquisas, construiu sua tática, usou meios incoerentes de luta pela sua ideologia, caiu tantas vezes, a até sua vida colocou em prol de sua mente.Aprofundou suas teorias meramente ilusórias e acreditou que podia mudar o mundo; e mudou. E após cinco séculos, em um mundo libertário, pessoas tão mediocres que não são capazes de lutar pelos seus sonhos. Que restringem sonhos em papeis amassados, guardado em alguma gaveta velha. Sonhos individualmente normais, mas tamanha aflição em chocar a sociedade com o novo. De uma lado pessoas presas em crenças de inferioridade, de outro pessoas sólidas, e enraizadas a realidade. Os Cristovãos Colombo do século XX, já morreram, e ainda ainda não desabrochou nenhum deste centenário. Apenas sonhos individuais, desencorajados, e sempre reprimidos. Apenas mais um rascunho de planos sempre arquivados.E com certeza; não se fazem mais moscas azuis como antes.
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"Preciso me blindar daqueles que desintegram a minha alma, desacreditando na minha capacidade de voar(Karen London)"

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