Meu escudo se perdeu hoje, entre as gotos de chuva desse céu cinzento. Minhas dúvidas me persistem, e me persegue a idéia abstrata do amanhã. O amahã vou estudar, ou amanhã vou malhar, o amanhã vou voltar a falar com meu pai, o amanhã vou ligar p minha amiga, ou amanhã eu faço regime. Por que amanhã? Será medo, ou será o ócio que impede que o hoje sempre seja substituído pelo "amanhã"? E o tempo é sempre o culpado do hoje, porque ninguém nunca tem tempo, e o tempo nunca é suficiente, e sempre lhe vem a idéia que o tempo não pára. Quando a determinação vai bater em nossas portas e dizer, consegue com suor ou luta, conquistar um objetivo. O tempo não deixa. O tempo é sempre culpado, da distancia entre os homens. O tempo não cura, ele é a morte gradativa do amor, porque a gente sempre espera que o tempo efetue sobre nós a o perdão, mas ele só desgasta porque nele sempre vem a distancia.
"apenas uma junção de pensamento soltos, do tempo que me falta pra perceber que eu preciso concluir todo aquilo que exije tempo"(Karen London)"
segunda-feira, 31 de março de 2008
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