domingo, 6 de abril de 2008

Nada mudou, nada está igual.



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Meu céu, está cor-de-saudade. Meu dia está cheio de gargalhadas e nostalgias. Lembro-me tão claro das coisas, como se houvessem apenas alguns dias, que não as vejo. As lembranças gostosas, como as pizzas e as batatinhas semanais de um tempo tão curto, tão intenso. Um tempo que nós eram apenas uma uma mistura fundida de sonhos, alegrias, histórias e uma dependencia de sentimetos intrelaçados por divergencias tão individuais, e ao mesmo tempo tão coletivas. A minha certeza sempre irá se resumir em quatro palvaras. Meu conto-de-fadas sempre narrará minhas fadas madrinhas, que nunca me negaram uma magia para colocar sorrisos ao invés de lágrimas. Essa ciclagem de rotinas, independentes, causou uma distancia absolutamente física, porque os coração continuam funididos e presos entre si, por algemas invisivéis. Nada mudou, nada está igual. O amor não mudou, só aumentou catalisado pela imensa falta.
" O amor nunca se acaba, sempre se transforma."












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