segunda-feira, 31 de março de 2008

Meu escudo se perdeu hoje, entre as gotos de chuva desse céu cinzento. Minhas dúvidas me persistem, e me persegue a idéia abstrata do amanhã. O amahã vou estudar, ou amanhã vou malhar, o amanhã vou voltar a falar com meu pai, o amanhã vou ligar p minha amiga, ou amanhã eu faço regime. Por que amanhã? Será medo, ou será o ócio que impede que o hoje sempre seja substituído pelo "amanhã"? E o tempo é sempre o culpado do hoje, porque ninguém nunca tem tempo, e o tempo nunca é suficiente, e sempre lhe vem a idéia que o tempo não pára. Quando a determinação vai bater em nossas portas e dizer, consegue com suor ou luta, conquistar um objetivo. O tempo não deixa. O tempo é sempre culpado, da distancia entre os homens. O tempo não cura, ele é a morte gradativa do amor, porque a gente sempre espera que o tempo efetue sobre nós a o perdão, mas ele só desgasta porque nele sempre vem a distancia.


"apenas uma junção de pensamento soltos, do tempo que me falta pra perceber que eu preciso concluir todo aquilo que exije tempo"(Karen London)"

2 comentários:

Naraeana Costa disse...

"O tempo não cura, ele é a morte gradativa do amor, porque a gente sempre espera que o tempo efetue sobre nós a o perdão, mas ele só desgasta porque nele sempre vem a distancia."


isso foi perfeito. Não tem nada mais certo que isso.
te amo.

Unknown disse...

"apenas uma junção de pensamento soltos, do tempo que me falta pra perceber que eu preciso concluir todo aquilo que exije tempo"(Karen London)"

Gostei do teu escrever.

Vou regressar.

Bom fim de semana.

Bjnhs

ZezinhoMota